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segunda-feira, 26 de junho de 2023

1ª Região Tradicionalista do RS: Gestão de Prendas e Peões 2023/2024

No último sábado, dia 24 de junho, o primeiro CTG do mundo - o 35 CTG foi palco da promulgação dos resultados da 53ª Ciranda Cultural de Prendas e do 35º Entrevero Cultural de Peões, da Primeira Região Tradicionalista do Rio Grande do Sul (1ª RT/RS). 

Os resultados foram aclamados no meio do fandango, que foi animado pelos meus amigos do Grupo Charla Pampeana. 

Eis a nova gestão de prendas e peões regionais 2023 / 2024:

1ª Prenda Mini Mirim - Isabela Andrade de Menezes -

CTG Carreteiros da Saudade
 
2ª Prenda Mini Mirim - Valentina Oliveira Romão - CTG Rancho da Saudade
 
1ª Chinoca - Silvia Adriana Gomes Leotte - CTG Caudilho Guaibense
 
2ª Chinoca - Paula Paim Peres - CTG Tiarayú
 
3ª Chinoca - Luciana Rodrigues Brochado - CTG Gildo de Freitas 
 
1º Xiru - Jeferson Carlos Oliveira Ferreira - CTG Roda de Carreta 
 
1ª Prenda Mirim - Nicoly Lisbôa Postay - CTG Caudilho Guaibense
 
2ª Prenda Mirim - Cecília Lacerda da Silva - CPF O Tempo e o Vento
 
3ª Prenda Mirim - Valentina Duarte Lago Pivetta - CTG Tropeiros da Tradição 
 
1º Piá Farroupilha - Cauê Miguel da Luz Ferreira - CTG Tiarayú 
 
1ª Prenda Juvenil - Morgana Alminhana dos Santos - CTG Carreteiros da Saudade
 
2ª Prenda Juvenil - Rafaela Nunes de Carvalho - CTG Laço da Querência
 
3ª Prenda Juvenil - Camili Kosooski - CTG Porteira da Tradição
 
1º Guri Farroupilha - Henrique Gehres Moraes - CTG Aldeia dos Anjos
 
2º Guri Farroupilha - Eduardo Decavatá Helfer - CTG Raízes do Sul 
 
1ª Prenda - Carolina Paz Mallmann - CTG Tropeiros da Tradição
 
1º Peão Farroupilha - Irã Pereira Goularte - DTG Caiboaté
 
Fonte dos resultados e da foto: sítio oficial no Facebook da Primeira Região Tradicionalista do Rio Grande do Sul: https://www.facebook.com/primeiraregiaotradicionalistaRS

terça-feira, 28 de setembro de 2021

Cantores tradicionalistas falam sobre o impacto da pandemia nos shows e bailes durante setembro

Considerado o mês Farroupilha, setembro era marcado pelo aumento de apresentações do gênero


Na segunda-feira, 20 de setembro, foi celebrado o Dia do Gaúcho. A data é relacionada a Revolução Farroupilha e o mês sempre foi marcado pelos acampamentos, bailes e shows voltados para os tradicionalistas e nativistas. Por mais que as entidades tivessem atividades durante o ano todo, setembro sempre foi marcado pelo aumento de shows e ações para os amantes da cultura gaúcha.

Contudo, desde o ano passado, o cenário é diferente. Isso porque, devido a pandemia do coronavírus, todas as atividades foram suspensas em 2020. Não houve acampamentos e nem bailes no Rio Grande do Sul. Já em 2021 houve uma retomada em algumas cidades, mas respeitando os protocolos de distanciamento e sem a mesma quantidade de pessoas e eventos de anos anteriores.

De 22 shows para oito

Anderson Oliveira tem 37 anos e faz parte do Grupo Charla Pampeana

Anderson Oliveira tem 37 anos e hoje faz parte do grupo Charla Pampeana. Ele conta que, em 2019, fez 22 apresentações e que a média sempre era de, no mínimo, dez shows no mês de setembro. Contudo, em 2020, o artista participou apenas de eventos on-line e, esse ano, fez oito shows. Com isso, o impacto financeiro e psicológico foi intenso – assim como para outros tradicionalistas.

Contudo, esse momento criou laços de solidariedade para ajudar quem mais ficou carente com a pausa dos shows. “Muitos colegas, que passaram por necessidades, foram acolhidos por uma corrente do bem. Artistas e colegas somando forças para levar alimentos e demais necessidades. A pandemia nos trouxe muitos saberes, uns mais doloridos outros transformadores”, salienta Oliveira.

Um impacto drástico

Eliandro Luz faz parte do grupo Oh de Casa e tem carreira solo

Já para Eliandro Luz, que faz parte do grupo Oh de Casa e tem a carreira solo, o impacto dessa pausa foi drástico. “O nicho da música gaúcha já trabalhava de forma precária no que diz respeito a valores. A concorrência era desleal e os preços defasados. Mas ainda sim setembro servia para dar uma equilibrada financeira dentro das empresas que fornecem músicas aos eventos”, pondera o alvoradense.

Para o artista, a Covid-19 piorou o que já estava complicado e o retorno ainda depende de vários fatores. “Não consigo enxergar a normalidade em menos de dois anos. Não é ser pessimista. Mas como citei, o mercado já não vinha tão forte. Já não havia segurança para o trabalho artístico musical gaúcho. Até as casas e entidades que promovem eventos reconstituírem suas forças, ainda levará um bom tempo”, enfatiza Luz.

Perspectivas de um novo normal

Leandro Berlesi é muito conhecido

Pelo seu trabalho nos Centros

De Tradição Gaúcha

Já Leandro Berlesi projeta um retorno mais próximo da data em que circula esta edição. “Acredito que até o final do ano teremos o que chamamos de ‘normal adaptado’, e até março de 2022, teremos de volta à normalidade. Antes da pandemia eu tinha uma média de 20 trabalhos em setembro, entre shows, bailes e rodeios. Em 2020 caiu para 05 e neste ano tive uns 10 eventos. Sinal de que estamos voltando”, ressalta o alvoradense. 

O artista é muito conhecido pelo seu trabalho nos CTG’s e afirma que a pandemia afetou o setor. “O impacto foi muito grande, pois nossos eventos dependem muito da dança e do contato físico, por conta dos bailes e rodeios. A impossibilidade do contato inviabilizou a maior parte da nossa atividade. Os CTGs e seus grupos de dança praticamente acabaram, e agora lutam lentamente por um recomeço”, conclui Berlesi. 

Fonte! Chasque publicado nas páginas do Jornal A Semana de Alvorada (RS), edição do dia 24 de setembro de 2021. Também acessível nos potreiros da Internet. Abra as porteiras clicando em  https://www.jornalasemana.net/

domingo, 22 de novembro de 2020

Coluna Tradição e Cultura do Jornal A Semana de Alvorada (RS) - 20.11.20

 A casa onde nasceu Noel Guarany

A casa onde nasceu o missioneiro Noel Guarany e onde viveu com seus pais, encontra-se abandonada, praticamente em ruínas e gradativamente vai sendo tomada pelo matagal. Com esta situação, São Luiz Gonzaga vai perdendo uma importante referência cultural e turística, principalmente para os fãs de Noel Guarany.

Foi nesta rua, antes chamada Uruguaiana, que Noel Fabrício da Silva deu os seus primeiros passos, lá pelos idos de 1945/50. Depois, a Rua Uruguaiana teve seu nome alterado para Dinarte Vieira Marques no ano de 1972. Na realidade, poucas pessoas conhecem este local histórico, e este fato nos leva a pensar que a memória de Noel vai lentamente se apagando na cidade onde nasceu.

Afirma Vinicius Ribeiro em seu blog, que “Bossoroca recebeu Noel de braços abertos, acreditando e apoiando ele sempre!”. Este carinho recebido e consequentemente, a valorização de seu trabalho fez com que ele se auto intitulasse “o cantor da Bossoroca” e no final de sua existência, manifestasse o seu desejo de ser sepultado na Buena Terra Missioneira.

Foi um gesto de carinho pela mãe adotiva que o acolheu como se de suas próprias entranhas ele tivesse saído e lhe permitiu ser o excepcional cantor e guitarreiro que até hoje, é admirado e venerado por sua obra, sendo uma das poucas referências quando se fala na musicalidade missioneira.

Na terra que o acolheu, Noel ganhou um mausoléu, onde estão seus restos mortais. Um arrojado projeto arquitetônico, que com sua simbologia, mostra os principais elementos representativos da região missioneira e definem o estilo por ele adotado. Ganhou também uma imponente estátua que saúda os que chegam na Buena Terra. A fonte deste chasque é o Blog Bossoroca –  www.blogbossoroca.blogspot.com.

CTG Bento Gonçalves da Silva

O CTG Bento Gonçalves da Silva, fundado no dia 21 de novembro de 1992 te convida para participares no dia 21 de novembro, do jantar de aniversário. No cardápio, bufê de massas (alho e óleo, frango, bolonhesa e calabresa), saladas, arroz, feijão, molho branco e bolo de aniversário.

O jantar será servido no galpão, com a opção marmitex para quem quiser levar. Também teremos som mecânico e apresentações artísticas, tudo dentro das normas de segurança, de acordo com as autoridades sanitárias devido à pandemia do Covid. Contatos, informações e reservas (até o dia 20) com Aline pelo fone watts (51) 992.505.515 ou com Marilei pelo (51) 991.892.975. O CTG fica na Rua Viamão, 1249, no Jardim Esplanada.

CTG Sentinelas do Pago

Também no dia 21 de novembro, a partir das 21h, no CTG Sentinelas do Pago, teremos jantar campeiro com música ao vivo com o Grupo Charla Pampeana. No cardápio coxa e sobre coxa, arroz, feijão, maionese e saladas. Para participar, só por reservas e o importante é que a capacidade limitada do galpão é de 100 pessoas, dentro das normas de segurança das autoridades sanitárias devido à pandemia do Covid. Reservas com Patrão Alex pelo fone watts (51) 984.357.113 ou com a Fabiana pelo (51) 984.311.358. O CTG fica na Rua Porto Alegre, 216, no Bairro Salomé.

Em relação às normas sanitárias, o “semipresencial” vai acontecer nos dois eventos acima citados, desde que não tenhamos algum outro decreto do Município alterando para “somente o pague e leve”. 

Valdemar Engroff