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quarta-feira, 5 de julho de 2023

Ilva Goulart assume oficialmente a presidência do MTG


Ilva Maria Borba Goulart, da cidade de Alegrete, recebeu o aval do Conselho Diretor para assumir o cargo de presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), que ficou vago com o falecimento de Manoelito Carlos Savaris. Assumiram também, os cargos vagos de vice-presidente de Administração e Finanças, Haroldo Teixeira, e de tesoureiro geral, Rafael Santos.

Ilva, que ocupava o cargo de vice-presidente de Administração e Finanças da entidade, assumiu automaticamente a função deixada por Savaris, conforme determina o Estatuto do MTG. Durante 13 gestões, ela foi coordenadora da 4ª Região Tradicionalista e também fez parte do Conselho Diretor. Ao longo da trajetória sua dedicação foi reconhecida ao receber a "Medalha do Mérito Tradicionalista Barbosa Lessa", em 2016, mesmo ano em que recebeu o "Troféu Germinar 2016" e o "Diploma Mulher Cidadã" (2019), pela Câmara Municipal do Alegrete.

Em parceria com Sonia Abreu, Lilian Argentina Braga Marques e Maria Izabel Trindade de Moura, foi coautora do livro de Indumentária Gaúcha do MTG. Experiente palestrante, Ilva desempenhou importante papel no cenário Cultural do Rio Grande do Sul. Foi fundadora e patroa do Grupo Nativista Ibirapuitã, além de posteira cultural do CTG Aconchego de Caranchos e da 4ªRT.

Com a posse de Ilva como presidente, o Conselho escolheu o tesoureiro Haroldo Jose Teixeira para ocupar o antigo cargo dela, e Rafael Santos para o de tesoureiro geral do MTG.

CRÉDITOS: DIVULGAÇÃO/MTG

Fonte! Chasque publicado no sítio oficial da Rádio Planalto 105,9 FM de Passo Fundo (RS) no dia 03 de julho de 2023: https://fm.rdplanalto.com/noticias/67569/ilva-goulart-assume-oficialmente-a-presidencia-do-mtg 

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Memória 7 Rede da 1ª RT! Camaquã acendeu a Chama Crioula do Estado!

          Bueno! No último dia 22 de agosto, sexta-feira, os tradicionalistas do Rio Grande do Sul se deslocaram até a cidade de Camaquã, mais precisamente até a sede do Sítio Água Grande, local onde o imortal Barbosa Lessa viveu por quase 16 anos, até a sua morte. Ao “som das diversas cascatas”, a solenidade teve início por volta das 10h30min. Entre as autoridades políticas presentes, destacamos o Vice-Governador Antônio Hoffeld, representando o Governador Germano Rigotto; o Deputado Federal Érico Ribeiro; o Deputado Estadual Osmar Severo; o Prefeito Municipal de Camaquã, João Carlos Fagundes Machado, diversos secretários estaduais, vereadores, secretários municipais, sendo alguns prefeitos e vereadores de outros municípios. Das autoridades tradicionalistas destacamos o presidente do MTG Manoelito Carlos Savaris; presidente da CBTG e ordem dos Cavaleiros do RS, Coronel Celso Souza Soares; 1ª Prenda Estadual Priscila dos Santos Peixoto; 1º Prenda Juvenil Estadual Michele Blazek; 1º Peão Estadual Felipe Luiz G. Toniazzo; Cyro Dutra Ferreira; diversos conselheiros beneméritos do MTG, coordenadores regionais, prendas e peões regionais, enfim, os tradicionalistas de todo o Rio Grande do Sul.

          A abertura foi com a entoação do Hino Nacional, pela Banda da Brigada Militar. Após, no fogo de chão do galpão do sítio, foi acesa a Chama Crioula, pelo vice-governador Antônio Hoffeld, na presença da viúva de Lessa, Senhora Nilsa Lessa. A seguir foi interpretada a obra musical “Tributo a Barbosa Lessa”, por Édson Vargas. Pela Família Lessa, usou a palavra Ernandi Ávila, que agradeceu por essa homenagem ao inesquecível Barbosa Lessa, em especial ao Prefeito Municipal João Carlos Machado, ao Presidente do MTG Manoelito Carlos Savaris e aos tradicionalistas de todo o Rio Grande do Sul, pois a família, segundo Ávila, se sente orgulhosa de ver a Chama Crioula ser acesa no fogo de chão do sítio Água Grande, que foi fonte da maior inspiração de Lessa.

          Para o prefeito de Camaquã, João Carlos Fagundes, esta data ficará na história do município. Deu as boas-vindas aos tradicionalistas e agradeceu ao MTG pela oportunidade de acender a Chama Crioula neste Município. Comentou também que no sítio Água Grande será criado um espaço cultural em memória de Barbosa Lessa, estando em fase final para este fim, a criação da Fundação Barbosa Lessa.

          Para presidente do MTG Manoelito Carlos Savaris, Barbosa Lessa representa para o MTG, talvez o mais importante em termos de ideologia e filosofia para todos os gaúchos. Agradeceu a presença dos deputados, dos secretários estaduais, do vice-governador e disse que o MTG e o CTG não têm partido e que os tradicionalistas estão livres em termos de opção partidária. Fez um agradecimento especial aos jovens, pois sem eles, o Movimento não teria razão de ser.

          Encerrando os pronunciamentos, usou o microfone o Vice-Governador Antônio Hoffeld, que saudou a Senhora Nilsa Lessa.. Segundo ele, reencontrou o presidente do MTG, Manoelito Carlos Savaris refazendo seus compromisso com o Movimento Tradicionalista Gaúcho. E, “ao acender a Chama Crioula neste local, repetimos o gesto de definição, de identidade mais forte, neste local, onde viveu Barbosa Lessa”. Agradeceu a oportunidade de poder participar do Acendimento da Chama Crioula Oficial, num local maravilhoso e privilegiado pela natureza.

          Após foi descerrada uma placa comemorativa ao acendimento da Chama Crioula no Sítio Água Grande, com os dizeres: “Deste local, em 22 de agosto de 2003 partiu a Chama Crioula. Luiz Carlos Barbosa Lessa: ele foi uma chama brilhante iluminando todo o Rio Grande e esta chama arderá para sempre. Antônio Augusto Fagundes. Camaquã, agosto de 2003”.

          Finalizando a solenidade, foi entoado, sob o comando da cantora Maria Luiza Benites, o Hino Riograndense e o Hino Tradicionalista. Após, um piquete de cavalarianos da 16ª Região Tradicionalista levou a Chama Crioula até o Forte Zeca Neto, para ser distribuída para todo o Rio Grande do Sul.

Fonte! Chasque resgatado da Rede de Informações da 1ª Região Tradicionalista do Rio Grande do Sul, edição nº 08, de 26 de agosto de 2003.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Memória 5 da Rede 1ª RT! Chama Crioula faz homenagem ao imortal Barbosa Lessa


A Chama Crioula simboliza reviver os ideais de todos os heróis farroupilhas, suas bravuras e suas conquistas. Este ano significará, também, manter vivo em nossas lembranças, a figura ilustre de Barbosa Lessa. – um gaúcho autêntico, profundo conhecedor de nossa história, danças, músicas e folclore. Escritor por excelência, nos deixou através de seus livros, artigos, teses, canções, um legado de ensinamentos, revelando ao mundo quem é o povo gaúcho, seus usos e costumes. Embora escrevendo a nossa história, Luiz Carlos Barbosa Lessa sempre fez parte dela, propiciando o surgimento e o fortalecimento do Movimento Tradicionalista Gaúcho.

Ele foi um dos integrantes do Grupo que organizou a primeira Ronda Crioula, nos idos de 1947, que originou a Chama Crioula. Camaqüense adotivo, em sua homenagem, a Chama Crioula Oficial do Estado – 2003, será acesa no galpão do Fogo de Chão, no Sítio Água Grande, nº 5º Distrito do município de Camaquã, local onde viveu os últimos anos de sua vida. A programação da Chama Crioula inicia dia 22 de agosto às 10h, com o acendimento oficial, às 11horas ela será transportada do Sítio de Água Grande para o Forte Zeca Neto, em Camaquã, onde será recepcionada, às 17h, e a partir daí sua centelha será distribuída para todo o Estado.

A CIDADE DA CHAMA

As atividades do Acendimento da Chama Crioula também serão uma boa oportunidade para os visitantes conhecerem o município histórico de Camaquã, localizada a 125 km de Porto Alegre.
A história do município tem início em 1815 com a criação da Capela Curada de São João Batista, em terreno doado por Joaquim Gonçalves da Silva, pai de Bento Gonçalves. A obra administrada pelo Sargento-mor José Centeno, distante cerca de 10 km da atual cidade foi abandonada porque não havia água no local. A construção da nova igreja foi iniciada em 1844, no lugar onde se encontra atualmente. Através da lei Provincial nº 569, de 19 de abril de 1864, era criado o município de São João Batista de Camaquã.

A cidade possui grande vínculo com a Revolução Farroupilha. Se por um lado não foi palco propriamente dito da guerra, por outro lado, abrigou os seus principais protagonistas, entre eles, o General Bento Gonçalves da Silva, que durante muitos anos residiu na Estância do Cristal, hoje Parque Bento Gonçalves(BR 116). Sua esposa Caetana Garcia da Silva passou os últimos anos de sua vida, na Fazenda da Figueira, casa da filha Maria Angélica e do General António José Centeno, então Estância do Brejo. Os restos mortais de Caetana estão sepultados em um jazigo no cemitério São João, em Camaquã. Na foz do Rio Camaquã, à margem esquerda, estava localizada a estância da Barra(Pacheca 6º Distrito), residência de Antônia Joaquina da Silva, irmã de Bento Gonçalves. Foi nas proximidades daquele local, que o revolucionário Gioseppe Garibaldi montou seu estaleiro e construiu parte da frota farrapa, os famosos lanchões Seival e Farroupilha. Ali ocorreu o malogrado ataque do Cel. Francisco Pedro de Abreu, o Moringue, ao arsenal de Garibaldi, em 16 de abril de 1839. A distância entre as estâncias da Barra e do Brejo é de aproximadamente 50 km. Este é o cenário real de "A Casa das Sete Mulheres", em território camaqüense.

Fonte: Jornal ECO DA TRADIÇÃO, ed. 24, de agosto de 2003, contracapa. Leia e assine o Eco da Tradição, entrando em contato com o MTG/RS pelo fone 0xx51.3233.5194, ou pelos chasques eletrônicos mtg.rs@vanet.com.br ou mtg.rs@mtg.org.br ou pelo site www.mtg.rs.org.br.

Chasque resgatado da Rede de Informações da 1ª Região Tradicionalista do Rio Grande do Sul, edição nº 06, de 12 de agosto de 2003.