sexta-feira, 16 de maio de 2014

FALQUEJANDO O GUATAMBÚ ! ! !

Buenas Gauchada!
- Ô Eleutério, solta esse copo de canha, tchê!
- Tu já esparramaste a creolina no galpão? Não, né? Entonces, tá esperando o quê?
- Daqui a um poquito chegam os parceiros da Charla de hoje e nem o mate tá pronto. Mas que changueiro eu fui campeá, hem?
O Eleutério me disse que não havia passado a creolina e nem tinha varrido o piso do galpão porque a vassoura de guanxuma tava com o cabo quebrado.
- Bueno, por lo menos deste uma ajeitada no fogo de chão?
- Mas bah! Patrão, se dei! E o chimarrão, também, já tá na mão. Cevei com a erva da “Parmera”. Aquela que tu gosta bastante e que já tá no fim.
E, gambeteando mais que avestruz corrido, ainda me sai com essa chasqueada: ah! Vê se não serve prá gauchada aquela cachaça com mestruz. Eu exprimentei agorita mesmo e ela ainda não tava bem curtida, viu, tchê?!
- Tá Bueno! Entonces te manda, prende a guaipecada e vai lá abrir a porteira que a peonada já tá chegando.
- Buenas parceiros! Vão se chegando. Apeiem, desencilhem, prendam a soga dos fletes no cavalete da frente e depois venham pro galpão, prá dar uma mateada.
Desta vez, vieram pra Charla o Paulo Roberto Vargas e o Valdemar Engroff que se acolherou com Valmir Gomes, prá entrar na roda do chimarrão.
O Paulo Vargas, um dos maiores declamadores da poesia xucra que eu conheço, está coordenando o 2º Sinos do Verso Gaúcho e vem prá Charla avisar a gauchada que quer concorrer, prá mandar suas poesias até o dia 1º de junho de 2014.
As obras poderão ser enviadas, via correio, para a sede do CTG Tapera Velha, na Rua Arno Schuch, 487, Bairro Vicentina, CEP 93025–410, São Leopoldo/RS; via e-mail, para o endereço: sinosdoversogaucho@hotmail.com ou via galpão virtual, no endereço www.facebook/Ctgtaperavelha.versogaucho@hotmail.com, onde, também, poderão obter informações mais detalhadas sobre o evento.
O Valdemar Engroff, do Sitio do Gaúcho Taura e apresentador do Programa Gritos do Quero Quero, na Rádio Acácia FM, de Alvorada, um dos tauras mais useiro e vezeiro nas nossas mateadas e o maior quero-quereador da minha coluna, vem me avisar que a Charla foi contrabandeada e agora também está sendo replicada, lá prás bandas dos pagos do Rio de Janeiro.
Com essa gauchada do parceiro Valdemar, eu já tô me achando. Não fiquem surpresos se qualquer dia desses o Obama – aquele que é o Patrão do CTG Americano – não me aparece na Charla prá dá uma mateada.
O Valmir Gomes, que anda encangalhado com o Valdemar como junta de boi manso, é o chibeiro que contrabandeou a Charla pros lados do torrão carioca.
Este vivente, que leva a minha coluna na garupa, é o criador do site o Cariúcho. É um carioca, descendente de nordestinos, mas com alma de um cuera gaudério, que se enrabichou pelo Rio Grande do Sul ao desenvolver uma pesquisa universitária sobre a cultura gaúcha.
- Muchas gracias, parceiro.
O Eleutério, que já andou fazendo trama com o Valdemar, me avisou que numa das próximas Charla vai contar uns causos, acontecidos com o Cariúcho, nos fandangos da querência.
Bueno, prá não sair do trote da tropilha, preciso confessar prá vocês que eu não tinha ideia da abrangência alcançada pela coluna, mesmo sendo eu o maior interessado em, por meio da Charla de Galpão, espraiar um pouco da cultura gaúcha.
Pois me caíram os butiás do bolso da bombacha quando recebi um chasque dos alunos que cursam o 4º ano da EMEB Barão do Rio Branco, que fazendo um estudo sobre diversidade cultural, querem saber por que, entre outros habitantes do Brasil, o mineiro usa na sua linguagem típica o termo uai, o pernambucano diz ó xente e o gaúcho fala tchê.
No chasque, a piazada diz que, chuleando nos potreiros da internet, deram de costados com o meu texto. Acharam os meus escritos abagualados e cheios de tchês e por isso resolveram me pedir uma explicação sobre o uso dessa expressão linguística que caracteriza o povo gaúcho. 
Metendo Quirela nos Pintos
Pos óia só, gurizada, o Eleutério, mais ligeiro que cachorro galgo, foi assuntá sobre a chusma com um grande parceiro e colaborador da Charla – o Hilton Araldi - tradicionalista dos mais autênticos e estudioso dos assuntos que tratam de questões gauchescas.
Despos da prosa com o Araldi, o Eleutério explicou que o jeito de falar de cada povo é uma “cosa” muito mais antiga do que ele e que até na bíblia sagrada existe trama sobre o falatório das gentes.
Diz que na época de Cristo, os sacerdotes que não iam com a cara Dele, descobriram que Ele tinha um capataz – O Pedro. A tenência veio porque os dois tinham os mesmos cacoetes no sotaque dos que moravam na Galiléia e eram conhecidos como galileus.
Também, lá pros lados da “Oropa”, muito tempo antes da descoberta do Brasil, o latim, que era a língua dominante, tava mais misturado com o português e o espanhol do que poeira em surungo de china barranqueira.
O poverio que falava essas línguas era muito religioso e os padres, que na época mandavam mais que mãe de rapariga na casa do genro, falavam a missa na língua oficial da igreja católica – o latim, dessa forma, o jeito de falar dos padres passou a fazer parte do linguajar desse povo, que um dia veio a dar com os costados no nosso pago.
Entonces, quando um cuera saia do chinaredo, a pinguancha se despedia dele dizendo: “vá com Deus”; O castelhano calaveira, jogando a tava, antecipava a jogada gritando suerte, fazia o sinal do Padre Nuestro no peito e dizia “queira Deus que isso aconteça” ou então quando o português chegava em casa de madrugada, dizia prá patroa que agorita no más tinha saído da missa. Como ela, lógicamente não ia acreditá, ele já completava: “juro por todos os santos que estou a falaire a mais pura verdade”.
A mesma coisa acontecia quando um gaudério queria falar com outro. Ele lascava: “ô vivente do céu, como tu vai?”; ou a mãe ralhando com o filho: “guri de Deus, tu para de fazê arte ou te dô um mangaço no lombo” e assim, essa lenga-lenga se bandiô prô dia a dia, tanto que até hoje, muita gente da campanha ainda fala deste jeito.
Pos, quando os europeus fizeram a América de potreiro, trouxeram uns padres espanhóis prá amansá a indiada. Esses padres, quando falavam o latim, chamavam os índios, e também os animais, de “caelestis”, que se pronuncia como “tchêlestis” e que tanto pode significar “do céu” como “de Deus”.
Entonces a indiada aprendeu que a expressão “tchêlestis” servia para identificar cada um deles, mas como era mais preguiçosa que lagarto em lageado, encurtou a palavra e quando levava um cagaço e na hora do sufoco apelava prá Deus ou quando queria entabulá uma charla, falava apenas tchê!
Quando os índios, que andavam mais enredados que tripa grossa na brasa com a peonada – paisanos uruguaios, vaqueanos argentinos e gaudérios sul brasileiros, queriam falar usavam o tchê para chamar o outro.
Assim, o hábito de usar a expressão passou dos índios, se esparramou entre uruguaios e argentinos, que falavam o espanhol, sendo, então, absorvido, também, pelos campeiros do sul, que falavam o português e que contrabandearam o costume do “tchê” para a sua forma de falar.
Por isso, gurizada, quando tu ouvires um gaúcho te chamar de tchê, quer dizer que ele te considera como alguém “do céu”.
Que bom seria se, no mundo, todos se tratassem assim, não é mesmo, tchê?

Bueno, enquanto vocês ficam pensando no que disse o Eleutério, eu continuo aguardando mais chasques dos leitores e peço permisso prá me retirá porque tenho que fazer uma nova vassoura de guanxuma, já que a velha tá com o cabo quebrado. Entonces, prá fazê outro cabo, eu me fico por aqui, falquejando o guatambú.
Fonte! Coluna Charla de Peão, por Juarez Cesar Fontana Miranda (poeta nativista), publicada no Jornal Regional do Comércio, dos pagos da cidade litorânea de Cidreira (RS), edição do dia 15 de maio de 2014. Contatos com o colunista, mande um chasque abagualado para juarezmiranda@bol.com.br ou jornaljrcl@terra.com.br. 

Coluna Tradição e Cultura do Jornal A Semana de Alvorada - 16.05.14

TRADIÇÃO & CULTURA
Alvorada – Capital da Solidariedade 

PRIMEIRO RODEIO DO CTG RAÇA GAÚCHA


O CTG Raça Gaúcha, os seus departamentos, coordenadores, prendas e peões, emparceirado com a Subcoordenadoria local e o Departamento Artístico da 1ª RT/RS, convida a gauchada de Alvorada e desta terra em redor que chamamos de mundo, para o seu 1º Festival Artístico e Cultural Raça Gaúcha, que será realizado nos dias 16, 17 e 18 de maio. O evento será realizado no galpão e demais dependências do pioneiro do tradicionalismo alvoradense, no CTG Campeiros do Sul, que fica na Av. Maringá, 720. Programação:
Sexta-feira – 16 de maio:
19h – inicia o acampamento;
20h30min – Abertura oficial do evento;
21h – Concurso Mais Prendada Prenda e Peão.
Sábado – 17 de maio:
8h30min – hasteamento das bandeiras
9h30min – declamação
12h – almoço
15h – intérprete solista vocal
18h – arriamento das bandeiras
18h15min – chula
18h30min – truco
19h30min – danças gaúchas de salão
20h30min – danças tradicionais de par
Domingo – 18 de maio:
8h30min – hasteamento das bandeiras
9h30min – bocha campeira
10h – danças tradicionais
12h30min – almoço
13h30min – danças tradicionais
14h – escova
14h30min – tava e tetarfe
15h – vaca parada (mini mirim e mirim)
18h – arriamento das bandeiras
21h – horário provável para entrega da premiação
Informações e inscrições: com o patrão Maneca pelo fone (51) 9796-8188; com Jane Flores pelos fones (51) 9678-4560 e 3443-5158 ou com Ivana Rodrigues pelo fone  (51) 9302-7951.

CTG AMANHECER NA QUERÊNCIA

         Teremos no dia 17 de maio no galpão do CTG Amanhecer na Querência, o tradicional jantar-baile (sarau) das chinocas, em homenagem às mães. No cardápio, galeto e acompanhamentos. A animação será por conta do Grupo Estilo Campeiro. Contatos pelo fone do CTG pelo (51) 3411-0467 ou (51) 9299-6898 com patrão Natalino. O CTG fica na Rua Tramandaí 76, no Jardim Alvorada, em Alvorada / RS.

CTG PEALO DA ESTÃNCIA

A patronagem do CTG Pealo da Estância programou para o dia 17 de maio, grande jantar-baile com comida campeira no cardápio. A animação será por conta dos meus amigos do grupo Os Rancheiros. O VTG fica na Rua Dario Gonçalves Molho, 482, na Vila Augusto, na cidade de Viamão.

CTG GILDO DE FREITAS

E no dia 24 de maio, no galpão do CTG Gildo de Freitas, promoção da invernada veterana, quando teremos um baita jantar-baile com comida campeira no cardápio, promovido pela invernada veterana e que terá no paco o grupo Marca de Campo. Contatos com os organizadores do evento pelo fone (51) 9193-7179 ou então com a Marta Machado pelo fone (51) 9601-9651. O CTG fica logo ali no Parque dos Mayas, na Avenida Gamal Abdel Nasser, 340, em Porto Alegre – RS.

CTG AMARANTO PEREIRA

         Pois o curso de danças de fandango, que está sendo ministrado por Rodrigo Machado e Libra Severo no galpão do CTG Amaranto Pereira está bombando e  a patronagem  e os instrutores programaram o grande jantar-baile de formatura, que vai ser realizado no dia 31 de maio, e que terá a animação do Grupo Coração Gaúcho. Contatos com o patrão Orlando Kunzler pelo fone (51) 9638-1879. O CTG fica na Rua Celso Lemes da Silva, 520, no Jardim Algarve.

GRUPO ALVORADA GAÚCHA

         Mais uma vez o Grupo Alvorada Gaúcha está indo dia 31 de maio, de mala, cuia para animar um grande jantar-baile na Zona Sul de Porto Alegre, no galpão do CTG Inhanduí. No cardápio o tradicional churrasco gaúcho, galeto e acompanhamentos. Contatos com o Zé Borges ou com a Zuleika pelo fone (51) 9846-0195. O CTG fica na Rua Gervásio da Rosa, 190, no bairro Vila Nova.


Valdemar Engroff
Telefone de casa: (51) 3443-4125 – à noite 
Celular: (51) 9966-5164

terça-feira, 13 de maio de 2014

Coluna De Galpão em Galpão do Jornal de Alvorada - 13/05/2014

DE GALPÃO EM GALPÃO 


PRIMEIRO RODEIO DO CTG RAÇA GAÚCHA

O CTG Raça Gaúcha, os seus departamentos, coordenadores, prendas e peões, emparceirado com a Subcoordenadoria local e o Departamento Artístico da 1ª RT/RS, convida a gauchada de Alvorada e desta terra em redor que chamamos de mundo, para o seu 1º Festival Artístico e Cultural Raça Gaúcha, que será realizado nos dias 16, 17 e 18 de maio. O evento será realizado no galpão e demais dependências do pioneiro do tradicionalismo alvoradense, no CTG Campeiros do Sul, que fica na Av. Maringá, 720. Programação:
Sexta-feira – 16 de maio: às 19h – inicia o acampamento; às 20h30min – Abertura oficial do evento; 21h – Concurso Mais Prendada Prenda e Peão.
Sábado – 17 de maio:
8h30min – hasteamento das bandeiras
9h30min – declamação
12h – almoço
15h – intérprete solista vocal
18h – arriamento das bandeiras
18h15min – chula
18h30min – truco
19h30min – danças gaúchas de salão
20h30min – danças tradicionais de par
Domingo – 18 de maio:
8h30min – hasteamento das bandeiras
9h30min – bocha campeira
10h – danças tradicionais
12h30min – almoço
13h30min – danças tradicionais
14h – escova
14h30min – tava e tetarfe
15h – vaca parada (mini mirim e mirim)
18h – arriamento das bandeiras
21h – horário provável para entrega da premiação
Informações e inscrições: com o patrão Maneca pelo fone (51) 9796-8188; com Jane Flores pelos fones (51) 9678-4560 e 3443-5158 ou com Ivana Rodrigues pelo fone  (51) 9302-7951, ou ainda, via chasque eletrônico: jdtransportes.eventos@hotmail.com ou ivana.tche@gmail.com.


Valdemar Engroff
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segunda-feira, 12 de maio de 2014

O VERDADEIRO AMOR...

Nenhuma data comemorativa desta semana por mais importante que fosse, suplantaria o DIA DAS MÃES ou de Lás Madres como dizem no mundo espanhol. Feliz daqueles que tem mãe aqui na terra, mas, mais feliz ainda é aquele que disfruta de horas ao lado da mãe ou dela ao seu lado.

A Mãe é o único ser capaz de fazer tudo por alguém, porque o amor de mãe é o verdadeiro amor, ele vem puro, sem nenhuma outra intensão a mais do que o amar, o de proteger. O homem não sabe a dimensão do amor da mulher pelo seu filho, pois não tem como compreender o período da gestação que a Mãe teve, concebendo nove meses em seu ventre alguém que vem se desenvolvendo do seu sangue, de sua carne.

Talvez seja isso, por essa incomensurável proteção maternal que as mães acabam pecando no criar seus rebentos, concedendo-lhes todas as concessões, muitas vezes fazendo por eles o que não deviam, assumindo a autoria daquele adjetivo depreciativo do Filho da Mãe!        

A fora isso, temos que nos render a fortaleza da mulher mãe, que se modificou fisicamente aguentando firme a gravides, que não parou de trabalhar até o momento de ir para a maternidade dar a luz ao nascituro e que depois do parto, seguiu a vida normalmente com mais essa atribuição de dar o peito, trocar fraldas, lavar roupinhas, fazer papa, embalar o filho doente nas madrugadas, levar ao médico e todas as demais preocupações do ser Mãe.

Certa feita quando o Dr. Flores da Cunha governava o Estado, numa cruzada do seu gabinete a recepção, ouviu uma voz de mulher em altos brados brigando com os seguranças do palácio, forçando entrada, pedindo para falar com o governador a qualquer custo. Este então que sempre teve fama de justo, mandou que deixassem a mulher passar, aquém perguntou do que se tratava aquele escândalo? A mulher então falou: “Dr. Flores a sua Polícia prendeu meu filho que se defendia numa briga de rua e há uma semana está detido injustamente, ele é um moço bom, trabalhador, mas que não leva desaforo para casa. Flores então retrucou: “E porque não veio o pai pedir pelo filho e veio à senhora”? E a mulher mais calma fitando-lhe nos olhos replicou: “Me admiro muito o senhor um homem gaúcho não saber que quem berra pelo terneiro é a vaca e não o touro!” E sob essa defesa o governador mandou que soltassem o peleador que teve um final feliz por sua mãe. 

Então a todas as mães e em especial as mães da tempera dessa que não se curvou ao poder, que saiu de casa para fazer justiça com a autoridade de Mãe, rendemos toda nossa mais profunda devoção, por esse dia tão especial, que merece ser intensamente vivido, cultuado e conservado pela paz das famílias e ordem social dos povos.


Para pensar: Mãe é Mãe e não madrasta!

Fonte! Coluna Regionalismo por Dorotéo Fagundes de Abreu.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Coluna Tradição e Cultura do Jornal A Semana de Alvorada - 09/05/2014

TRADIÇÃO & CULTURA
Alvorada – Capital da Solidariedade 



GRUPO ALVORADA GAÚCHA

         O grupo musical Alvorada Gaúcha, desta cidade, está indo de mala e cuia para a Zona Sul de Porto Alegre neste sábado, aonde vai animar no CTG Descendência Farrapa, um grande jantar-baile de formatura. Contatos com Renato Piussi pelo fone (51) 9905-3867 ou com a Zuleica pelo fone (51) 9846-0195. O CTG fica na Av. Cavalhada, 6735, na nossa capital.

CTG SENTINELAS DO PAGO

         Mais uma baita iniciativa do tradicionalismo de Alvorada, que anda sempre na dianteira quando se fala em eventos culturais.... E mais uma vez a iniciativa parte do CTG Sentinelas do Pago, que programou para o dia 12 de maio – segunda-feira, a partir das 20h, palestra que vai enfocar o Cerimonial e Protocolo tradicionalistas, que será ministrada por Elomir Malta. Contatos com a Gorete pelo fone (51) 9178-9077 ou com Fabiana pelo fone (51) 8431-1358. O CTG fica na Rua Porto Alegre, 216, no bairro Maria Regina.

PRIMEIRO RODEIO DO CTG RAÇA GAÚCHA

O CTG Raça Gaúcha, os seus departamentos, coordenadores, prendas e peões, emparceirado com a Subcoordenadoria local e o Departamento Artístico da 1ª RT/RS, convida a gauchada de Alvorada e desta terra em redor que chamamos de mundo, para o seu 1º Festival Artístico e Cultural Raça Gaúcha, que será realizado nos dias 16, 17 e 18 de maio. O evento será realizado no galpão e demais dependências do pioneiro do tradicionalismo alvoradense, no CTG Campeiros do Sul, que fica na Av. Maringá, 720. Programação:
Sexta-feira – 16 de maio: às 19h – inicia o acampamento; às 20h30min – Abertura oficial do evento; 21h – Concurso Mais Prendada Prenda e Peão.
Sábado – 17 de maio:
8h30min – hasteamento das bandeiras
9h30min – declamação
12h – almoço
15h – intérprete solista vocal
18h – arriamento das bandeiras
18h15min – chula
18h30min – truco
19h30min – danças gaúchas de salão
20h30min – danças tradicionais de par
Domingo – 18 de maio:
8h30min – hasteamento das bandeiras
9h30min – bocha campeira
10h – danças tradicionais
12h30min – almoço
13h30min – danças tradicionais
14h – escova
14h30min – tava e tetarfe
15h – vaca parada (mini mirim e mirim)
18h – arriamento das bandeiras
21h – horário provável para entrega da premiação
Informações e inscrições: com o patrão Maneca pelo fone (51) 9796-8188; com Jane Flores pelos fones (51) 9678-4560 e 3443-5158 ou com Ivana Rodrigues pelo fone  (51) 9302-7951, ou ainda, via chasque eletrônico: jdtransportes.eventos@hotmail.com ou ivana.tche@gmail.com.

26ª FESTA CAMPEIRA DO RS CHEGA AO FIM

Chega ao fim a 26ª FECARS. Mas a 1ª Região Tradicionalista deseja parabenizar a todos pela linda festa, onde a tradição do “homem sobre o cavalo” e os jogos campeiros mostraram que a nossa cultura é viva e está aí para ser cultivada, com todo respeito que cada campeiro demonstrou neste dia.
Parabenizamos em especial todos os nossos competidores da 1ª Região Tradicionalista, todos que foram premiados e todos aqueles que participaram lutando pelo melhor resultado a nossa Região. Deixamos agradecimentos a todos que colaboraram para a realização da FECARS e todos que cuidaram do nosso acampamento e bem estar destes nossos competidores.
Congratulações ao MTG, UTV, Prefeitura de Viamão e todas as entidades que trabalharam para a realização do evento, assim como cumprimentamos a 7ª Região tradicionalista pelo título, e sua coordenadora Gilda Galeazzi pelo belo trabalho.
Esta FECARS não houve perdedores, pois quem faz amizades sempre ganha algo, e com certeza nenhum competidor saiu deste evento sem nem ao menos um novo amigo.
Este é um chasque de grande abraço da 1ª Região Tradicionalista do Rio Grande do Sul.
  
Valdemar Engroff
Telefone de casa: (51) 3443-4125 – à noite 
Celular: (51) 9966-5164

quinta-feira, 8 de maio de 2014

LONQUEANDO COURO PRA TENTO!

Buenas Gauchada!
Esperem um poquito que o Eleutério tá vindo. Enquanto ele não chega se abanquem e entrem na mão do mate.
Como eu ando meio inliado com a lida, o Eleutério tem me feito a parceria no galpão do rancho.
Quando me faz a capatazia, corta lenha, organiza o galpão, recebe os visitantes e, segundo ele mesmo, “prá fazê sala”, quase sempre oferece a minha pinguinha para uma degustação.
- Tchê, Eleutério, tem um mate prá peonada?
- Claro que tem, tchê. Se abanquem no más, vão passando a mão nessa canha bagual que tai enrriba do cepo da lenha enquanto eu aperparo o amargo véio.
Estala a lenha, deixando no ar o cheiro da Guajuvira que o vento deitou na última tormenta e a cambona chia, como que assobiando para o Eleutério, prá avisar que a água tá no ponto de encilhar o mate.
Um porongo quase cheio de erva, uma deitadita para o lado aparando a erva na palma da mão, um pouco da água chiando na cambona preta, a bomba descendo devagarito, com o dedo tapando o bocal e já vem o ronco da cuia, alertando a peonada para que se acheguem na roda do chimarrão.
- Ô cuerada! O mate tá pronto. Se aprochegua, tchê.
É o Eleutério, que arrastando as alpargatas, empurra no borralho do fogo de chão uma meia dúzias de batatas doce, e como um Pagé Crioulo, chama os devotos para o início do mais xucro ritual gaudério: a mateada.
Enquanto a cuia roda, a peonada vai contando a faina da lida, a charla vai se espraiando e a noite, num tranquito modorrento, vai engolindo o dia, então, aproveito e vou dar uma espiada nos chasques que chegaram e que passo prá vocês.
Sob a coordenação do meu amigo Léo Ribeiro, um dos maiores peleadores em prol do gauchismo, acontecerá no dia 30 de agosto de 2014, a Vª Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula, evento criado pelo Grupo Tradicionalista Fraternidade Gaúcha.
No Festival, que faz parte da programação oficial da cidade de Porto Alegre, haverá duas categorias: uma para poetas, declamadores e amadrinhadores maçons e outra para participantes não maçons.
Serão classificados cinco poemas para cada categoria, uma não concorrendo com a outra e mais um prêmio especial para o “Melhor Tema Maçônico” que concorrerá, em igualdade de condições, na categoria maçônica.
As poesias, que obrigatóriamente deverão falar dos hábitos, usos e costumes do Povo Gaúcho - exceção ao tema maçônico – terão de ser enviadas até o dia 15 de junho de 2014 para o e-mail: tertuliamaconica@hotmail.com ou via correio, para o seguinte endereço: Rua Gerônimo Coelho, 116 – CEP 90010-240 - Porto Alegre, RS.
Maiores detalhes pelo fone (51) 91245851, ou pelo e-mail: leors.leo@terra.com.br

Sovando Tento prá Trança

Bueno, passo o chasque e vou dar uma mateada. Vejo que o fogo tá reavivado e a prosa animada. Não sei o que falaram antes, mas me chama atenção o reboliço comandado pelo Eleutério:
- Mas bah, vivente, o Alegrete eu conheço como a palma desta mão véia. Fui changuero de tropa. Tropeava, levando gado, prás banda de Livramento. Prum tal de Armour, um matadero de americano.
De certa feita, fiz uma tropeada daquelas. Mais bunita que amor de prima, tchê. Quando voltei, tava com a guaiaca cheia de patacão. Como andava com a goela seca, senti vontade de moía a língua e como não sô santo, nem nada, aproveitei a olada e me mandei pro chinaredo, prá embeiçar uma pinguancha.
Fui prá casa da Chininha, mas como conhecia bem a cuerada que ia cherá catinga, deixei o meu pingo encilhado e amarrado atrás dum capão de mato. Vá que numa precisão eu tivesse que sair, mais ligeiro que correntino fugindo da Gendarmeria, o flete já tava na mão.
Me enfiei salão a dentro. O Negro Beiço manoteava uma oito baixo, rasgando La Cumparsita. A poeira subia e a fumaça fazia escurecê, ainda mais, o lampião a querosene, que mais fedia que alumiava.
Me oitavei no balcão e pedi uma cachaça, purita no más. A maleva desceu rasgando, me fazendo cuspi a poera da estrada. Já chorava uma milonga e vislumbrei, no outro lado do salão, uma morenaça, dessas que só o capeta sabe fazê.
Me enfezei. Fiz uma balaca com o mango, pendurei ele no cabo da cherenga e esfregando o papagaio nas rosetas, sai cantando as esporas até onde tava a chirua.
A prendaça, flor de tropa, aceitou a estribada e num upa eu tava grudado nas ancas de cabrita, sentindo o cheiro de maçanilha nas ventas e o calor do pecado nas tripas.
Assim no más, já saimo, terceando um tango arrabalero. Adespos se grudemo numa vanera. E assim foi: tango, vanera, chamame, milonga, canha, gasosa Gazapina e dele beiço a noite inteira.
O fudunço foi bom uma barbaridade. A noite tinha sido pequena e o dia já se aprochegava. Eu tinha que ir embora, pruque já tinha engatada outra changa e de manhazita eu ia dar uma apartada num gado lá pros lados do Itapororó.
Me bandiei na direção do capão de mato, onde havia deixado, na soga, o meu Rosilho.
- Mas barbaridade, tchê! sabe o que me aconteceu? Me robaram o flete.
Virei um bicho, amuntei num porco espinho e no mesmo pé que vim, voltei pro cabaré.
Meti o pé na porta, saquei do trinta nagão, enchi o teto de chumbo e, mais enfezado que galo garnizé em rinhadeiro de pinto, berrei:
- Quem foi o filho da mãe que me afanou o Rosilho?
Ninguém piava. Só o mosquedo, que zumbindo, quebrava o silêncio.
Entonces eu falei: Vou tomar uma Gazapina e se o meu pingo não estiver lá fora quando eu terminar a cerveja, eu vô fazê aqui nessa espelunca, o mesmo que eu fiz numa outra, lá em Livramento.
Pedi a cerveja e bebi, bem devagarito e a indiada, me olhava meio de soslaio, só na butuca, prá vê o que ia acontecê.
Terminei a cerveja, larguei um catarraço no canto do balcão, passei a sola da bota e saí, na direção da porta.
Quando abri, tava lá o meu Pingaço. Amarradito num galho da figueira, que fazia sombra na frente do redevu.
O Rosilho me reconheceu, deu uma relinchada de boas vindas e eu, fazendo um carinho no cogote do flete, meti o pé no estribo, montei e quando fui dar as rédeas, a veia Chininha, ainda tremendo mais que vara verde, com medo que eu demolisse a sua “Casa de Tolerância”, me pregunta:
- Só prá matá a minha curiosidade, seu Eleutério, quando roubaram o teu cavalo, o que é que tu fêz lá pros lados de Livramento?
- Voltei a pé pras casas, ué ...
Bueno, depois desta do Eleutério, é melhor ficar esperando um chasque de vocês, enquanto vou lonqueando couro prá fazer um tento.
Fonte! Coluna Charla de Peão, por Juarez Cesar Fontana Miranda (poeta nativista), publicada no Jornal Regional do Comércio, dos pagos da cidade litorânea de Cidreira (RS), edição do dia 24 de abril de 2014. Contatos com o colunista, mande um chasque abagualado para juarezmiranda@bol.com.br ou jornaljrcl@terra.com.br. 

PELO DIA DO CAMPO!

Certa feita nos festivais nativistas gaúchos o cantor e compositor João de Almeida Neto concorreu com uma obra de sua autoria intitulada Nova Trilha que ao final diz “Um dia deixei o campo, porque o campo me deixou...”

Correta fora a declaração do artista, pois é exatamente isso que as politicas públicas têm providenciado para o campo, fomento ao abandono, instigando invasões, como se os que lá estão, vivem e gostam, tivessem sidos plantados por algum plano governamental.

Esqueceram-se os da politicagem que os campeiros que ainda estão no campo, lá ficaram por talento, por missão divina, por herança, por abnegação para tratarem e colherem da terra seus frutos ao seu sustento e aos famintos das cidades. Não é visionária as administrações públicas que olham para o campo e seus campeiros com desdém.

A tal reforma agraria tão propalada não saiu e nem sairá dos gabinetes, primeiro porque para ser implementada teríamos que ter no poder gente descente, de fibra, de tutano, do bem, assim falta moral pra sua efetivação, em segundo lugar essa história de desalojar os nativos do lugar para implantar gentes estranhas do ninho e mais estranhas ao serviço rural, não se trata de reforma e sim de uma cretina operação ideológica alimentadora de vadios da urbanidade, aproveitadores que não querem nada com o trabalho, que passarão nos pilas qualquer lote no dia seguinte da doação, venderão a terra a outros oportunistas, ferindo de morte o sagrado e constitucional direito da propriedade.

Dia 5 de maio é o Dia do Campo e portando dos campeiros legítimos, que sabem do tempo bombeando as nuvens do céu, do período de plantar e de colher, de entourar e lidar com o gado, do homem rústico que sofre em família pelas goradas safras, que chora quando sacrificam terneiros matrizes, por abigeato, por pestes, por enchentes ou por seca.

Mas apesar de todos os pesares o campo tem engordado a nação, sim as barrigas do povo, das elites e dos cofres públicos, garantindo inclusive há décadas a balança comercial deste país que gasta o que não devia, que vai se endividando gulosamente, colocando no ralo o sangue e o suor da Pátria verde e amarela como os trigais.

A ti homem e mulher campeira, nutrimos e rendemos o maior afeto, desejando a maior felicidade pelo Dia do Campo, por que sem vocês ai haveriam muito mais agonizantes de fome nas cidades do que já temos, e como escreveu o poeta do Jaráu – Luís Menezes: “Se a honra perdura o Rio Grande está salvo, sairá do abandono e grito o índio ecoando no pago dirá novamente que esta terra tem dono!”   

Para pensar: O campo gera a produção fundamental e não primária!

Fonte! Coluna Regionalismo, por Dorotéo Fagundes de Abreu.
            


terça-feira, 6 de maio de 2014

Coluna De Galpão em Galpão do Jornal de Alvorada 06.05.14

DE GALPÃO EM GALPÃO


 
CHARLA DA SUBCOORDENADORIA

         Falta pouco para os festejos farroupilhas (?)..... É o que a gauchada de Alvorada acha. Por isso neste mês de maio, já de mangas arregaçadas, farão a sua charla (reunião) semanal, no dia 05, no galpão do CTG Amanhecer na Querência, tendo na pauta (entre outros assuntos), a discussão do regulamento do Acampamento Farroupilha e as diretrizes dos Festejos Farroupilhas que vão acontecer em setembro em nossa cidade. Contatos com o Subcoordenador Giovani pelo fone (51) 9149-4977.

PRIMEIRO RODEIO DO CTG RAÇA GAÚCHA

Pois o CTG caçula do tradicionalismo alvoradense, o CTG Raça Gaúcha, os seus departamentos, coordenadores, prendas e peões, emparceirado com a Subcoordenadoria local e o Departamento Artístico da 1ª RT/RS, convida a gauchada de Alvorada e desta terra em redor que chamamos de mundo, para o seu 1º Festival Artístico e Cultural Raça Gaúcha, que será realizado nos dias 16, 17 e 18 de maio. O evento será realizado no galpão e demais dependências do pioneiro do tradicionalismo alvoradense, no CTG Campeiros do Sul, que fica na Av. Maringá, 720. Informações e inscrições: com o patrão Maneca pelo fone (51) 9796-8188; com Jane Flores pelos fones (51) 9678-4560 e 3443-5158 ou com Ivana Rodrigues pelo fone  (51) 9302-27951, ou ainda, via chasque eletrônico: jdtransportes.eventos@hotmail.com ou ivana.tche@gmail.com.

DIA DO TRABALHADOR

         Comemoramos o dia do trabalho no dia 1º de maio e em muitos países desta terra que chamamos de mundo é feriado, entre os quais, o Brasil, Portugal, França e Rússia.
         O tradicionalismo também gera trabalho, renda, prazer e cultura e faz a economia girar. Abraço a todos que militam nos nossos CTGs, nos bolichos gastronômicos, nas lojas de pilchas, de artigos de montaria, aos que animam fandangos, enfim, a todos que com o seu trabalho fazem o tradicionalismo girar e evoluir desde 1947, com o acendimento do primeiro candeeiro crioulo por estudantes do Colégio Júlio de Castilhos de Porto Alegre.

Valdemar Engroff
Telefone de casa: (51) 3443-4125 – à noite 
Celular: (51) 9966-5164

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Grande Jantar-Fandango no CTG Rincão Verde - Maringá / RS


Venha Prestigiar mas um grande evento no CTG Rincao Verde de Maringá - PR

LOCAL DE VENDA

-CTG - Eder 3266-1673 ou 9814-2211
-Airton 9844-2361 Cobra Rolamentos - Próximo a Av. Guaiapó
-Heitor 9814-2220 - Maringá Velho
-Lonas Borim - 3262-3999 Av. Colombo, 6760
-Imob. Cidade Verde, André 9931-8871 Av. João Paulino, 771
-Rotary Horto
-Rotary Ingá
-Arlindo Gaúcho 9982-8404, Rua Felipinas, Parque Buracão

Fonte! Sítio Facebook do CTG: 
https://www.facebook.com/ctgrincao.maringa

sábado, 3 de maio de 2014

Festa Campeira do RS. AO VIVO pela TV TRADIÇÃO!


Buenas tardes gauchada do Rio Grande e desta terra em redor que chamamos de mundo....

Abra as porteiras clicando em www.tvtradicao.com.br/destaque/fecars-viamao/  e assista ao VIVO toda a programação da maior festa campeira do Sul do Brasil. 

Os Bilias no CTG Saudades da Querência - São José dos Campos / SP

       
O Centro de Tradições Gaúchas Saudades da Querência completa 28 anos de fundação e comemorará no sábado, dia 10 de maio, com fandango especial animado pela banda Os Bilias, de Santo Ângelo - RS. Confira os detalhes: Horário: das 21 às 2 horas. Animação: Os Bilias. Incluso jantar à vontade, no cardápio: churrasco, saladas, arroz de carreteiro, feijão gordo.
            Ao fim do evento será servido café da manhã.             Traje: Pilcha Gaúcha ou Esporte Discreto (exclui bermudas, chinelos, regata, minissaia).
            Local: Sede do CTG, acesso pela Rodovia dos Tamoios, km 5. Valores: R$ 25,00 (associados em dia); R$ 40,00 (antecipadamente para não-sócios); R$ 50,00 (bilheteria). Ingressos antecipados em (12) 3018-7188, 3934-3456 com Josy e 99772-1080 com
Miguel (Taubaté e região).

Atenciosamente,

CTG Saudades da Querência - www.ctgsaudadesdaquerencia.com.br; www.facebook.com/ctgsaudadesdaquerencia 

Fonte! Sítio oficial do CTG. Abra as porteiras: www.ctgsaudadesdaquerencia.com.br

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Coluna Tradição e Cultura Jornal A Semana de Alvorada 02.05.14

TRADIÇÃO & CULTURA
Alvorada – Capital da Solidariedade 



CTG AMANHECER NA QUERÊNCIA

         Iniciou no dia 25 de abril, mas as inscrições continuam abertas, no galpão do CTG Amanhecer na Querência, o curso básico de danças de fandango, em parceira com a Academia de Danças Amaral. Contatos com o instrutor Amaral pelos fones (51) 9683-1982, 8547-9473. O CTG fica na Rua Tramandaí, 76, no Jardim Alvorada.

CTG SENTINELAS DO PAGO

         O CTG Sentinelas do Pago programou para este sábado, dia 03 de maio, grande jantar-baile, tendo no cardápio o tradicional churrasco gaúcho. A animação será por conta do Grupo Tchê Véios. Contatos pelos fones (51) 9112-1105 ou (51) 8431-1358. O CTG fica na Rua Porto Alegre, 216, no bairro Maria Regina.

PROGRAMA QUERÊNCIA NATIVA

         Mais uma baita iniciativa que envolve um programa de televisão e um CTG da nossa cidade, pois vem aí, pela primeira vez na cidade, no galpão do CTG Chilena de Prata, o Programa Querência Nativa, produzido e realizado pela TV RBG, canal 42, de Porto Alegre, que tem como âncora Rogério Diniz. A gravação será no dia 04 de maio, a partir das 10h com vários artistas convidados, entre os quais Jorge Freitas (filho do Gildo de Freitas); Moraezinho, Gaúcho Camaquã, Paulo Marques (de Rosário do Sul); Amauri da Viola (de Campo grande – MS); Auri Freitas, Valdemar e o Grup Tchê Véios (que animarão a domingueira após o almoço campeiro).
O canal também pode ser acessado de qualquer lugar desta terra em redor chamada mundo pelo seu sítio. Basta abrir as porteiras clicando em www.programaquerencianativa.xpg.com.br. Compareça e participe desta iniciativa. Informações com Conceição pelo fone (51) 8517-9392. O CTG fica na Rua José do Patrocínio, 235, no Jardim Porto Alegre.

VEM AÍ A MAIOR FESTA CAMPEIRA DO SUL DO BRASIL

         Pois o MTG e a velha Setembrina dos Farrapos – a pujante cidade de Viamão, te esperam e esperam os campeiros de todo o Rio Grande do Sul, com as porteiras escancaradas, com um mate dos buenos, para participares da  Festa Campeira do Rio Grande do Sul (FECARS), que vai iniciar no dia 1º de maio, com provas campeiras, que vão se estender até o domingo, dia 04, nas dependências do Parque Municipal de Eventos, na RS 040.
Além disso, teremos a programação dos esportes tradicionalistas nos dias 02 a 04 de maio e no dia 3 de maio, o 15º Seminário da Cultura Campeira, com a palestra “A Doma Tradicional”, por Flávio Adriano de Melo (domador), às 9h. E às 10h30min, Maicom Paim (guasqueiro) vai abordar “as habilidades do guasqueiro”.    

CHARLA DA SUBCOORDENADORIA

         Falta pouco para os festejos farroupilhas (?)..... É o que a gauchada de Alvorada acha. Por isso neste mês de maio, já de mangas arregaçadas, farão a sua charla (reunião) semanal, no dia 05, no galpão do CTG Amanhecer na Querência, tendo na pauta (entre outros assuntos), a discussão do regulamento do Acampamento Farroupilha e as diretrizes dos Festejos Farroupilhas que vão acontecer em setembro em nossa cidade. Contatos com o Subcoordenador Giovani pelo fone (51) 9149-4977.

PRIMEIRO RODEIO DO CTG RAÇA GAÚCHA

Pois o CTG caçula do tradicionalismo alvoradense, o CTG Raça Gaúcha, os seus departamentos, coordenadores, prendas e peões, emparceirado com a Subcoordenadoria local e o Departamento Artístico da 1ª RT/RS, convida a gauchada de Alvorada e desta terra em redor que chamamos de mundo, para o seu 1º Festival Artístico e Cultural Raça Gaúcha, que será realizado nos dias 16, 17 e 18 de maio. O evento será realizado no galpão e demais dependências do pioneiro do tradicionalismo alvoradense, no CTG Campeiros do Sul, que fica na Av. Maringá, 720. Informações e inscrições: com o patrão Maneca pelo fone (51) 9796-8188; com Jane Flores pelos fones (51) 9678-4560 e 3443-5158 ou com Ivana Rodrigues pelo fone  (51) 9302-27951, ou ainda, via chasque eletrônico: jdtransportes.eventos@hotmail.com ou ivana.tche@gmail.com.

DIA DO TRABALHADOR

         Comemoramos o dia do trabalho no dia 1º de maio e em muitos países desta terra que chamamos de mundo é feriado, entre os quais, o Brasil, Portugal, França e Rússia.
         O tradicionalismo também gera trabalho, renda, prazer e cultura e faz a economia girar. Abraço a todos que militam nos nossos CTGs, nos bolichos gastronômicos, nas lojas de pilchas, de artigos de montaria, aos que animam fandangos, enfim, a todos que com o seu trabalho fazem o tradicionalismo girar e evoluir desde 1947, com o acendimento do primeiro candeeiro crioulo por estudantes do Colégio Júlio de Castilhos de Porto Alegre.

Valdemar Engroff
Telefone de casa: (51) 3443-4125 – à noite 
Celular: (51) 9966-5164